Série "Gordinhas Lindas" - Quadro 3


Titulo: "Alegria nos olhos"
Aquarela e nankin sobre papel Fabriano 20,5x19.5 cm
Modelo: Ofelia Pessoa
15/06/2014 em Rieti-Itália

Série "Gordinhas Lindas" - Quadro 2


Titulo: "Vermelhinha"
Aquarela e nankin sobre papel Fabriano 26x17 cm
Modelo: Ayla Santos
14/06/2014 em Rieti-Itália

Série "Gordinhas Lindas" - Quadro 1


Titulo: "Doce"
Aquarela e nankin sobre papel Fabriano 26x17 cm
Modelo: Joyce Pacheco
 13/06/2014 em Rieti-Itália

Obra ilustrativa e poema "O Vestido Florido" de Celso de Alencar de 2013

O VESTIDO FLORIDO

Para Marta Alencar 


Minha irmã ainda guardava
o vestido florido de sua infância
bordado e costurado por nossa mãe.
Era uma colorida fotografia,
uma peça de moldura que ainda
se guardava no álbum da família.

Atrás da cortina existe uma lágrima
própria de interior de casa.
E não foram ouvidos
a voz triste do pássaro
que costumava sentar na árvore seca
da frente de nossa casa,
nenhum latido de cachorro
nem miados de gatos no jardim
nem as vozes dos operários
que consertavam a tubulação
de água da nossa rua.

Restam as cores alegres
das borboletas e das tartaruguinhas
estampadas no vestido infantil
e o aceno leve,
como o dos viajantes principiantes
ou o daqueles que repousam no campo,
feito por minha irmã. 
                                 Celso de Alencar






“O Arqueiro” - nankin sobre canson

A cópia de uma das minhas Obras de Arte mais preciosas foi encontrada esta semana nos arquivos do meu irmão...

Esta Obra é uma das mais importantes pra mim, por motivos diversos e é uma das que não estão comigo, esta em especial está em exposição permanente em um Museu em São Paulo, já viajou por toda a América Latina e carinhosamente, não oficial, eu a chamo de "Meu principe arqueiro"...

Em 1991

★ Museu de Esporte, Arte e Pesquisa do ABC/SP (setembro) – coletiva 
(Doação Oficial da Obra “O Arqueiro”)
★ II Bienal do Museu de Esporte, Arte e Pesquisa do ABC/SP (outubro) - coletiva 



Obra ilustrativa e poema "O Irmão Morto" de Celso de Alencar de 2012



O IRMÃO MORTO 


Para Ugo Giorgetti



Morreu teu irmão.

Morreu trêmulo como os velhos homens

das antigas fazendas de café.

Proclamava-se teu irmão

e falava dos passeios pelos parques

que tu proporcionavas, cedendo-lhe,

nas manhãs do outono,

o extraordinário carro estrangeiro

onde coaxavam os sapos de papo azul.

Está morto teu irmão

e as palavras são secas e distantes

e não há pássaros voando no céu

nem lagartos verdes subindo nas

paredes da velha casa.

O tempo passou como os três vasos

pendurados no muro do quintal

e tu deves guardar no teu coração

a palavra: irmão.
Celso de Alencar




Quadros novos - diversos

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Quadros novos - Série Anjos

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